6 dicas para lidar com a pré-adolescência (entre 8 e 11 anos)
É preciso ter paciência e escutar, mas também é preciso firmeza nos momentos de colocar limites
 
A fase que antecede a adolescência é bem complicada e varia em tempo de duração e intensidade para cada criança. Há aquelas que passam por isso com tranquilidade, mas a grande maioria das crianças enfrentam grandes desafios emocionais e físicos nesse período. Para a família também não é nada fácil lidar com essas mudanças.
 
Pode ser que você esteja vivendo isso tudo com seu filho ou que você conheça alguém que está passando por isso, como um sobrinho, enteado, irmão…  Você conhece alguma criança que:
  1. Não cumpre regras e nem combinados?
  2. Sempre quer se destacar?
  3. Costuma ser do contra e tem mania de reclamar e colocar defeito em tudo?
  4. Briga muito com o irmão?
  5. Sempre tem argumentos, se sente injustiçada?
  6. Só quer saber de celular e computador?
  7. A relação é construída desde a criança bem pequena, mas essa fase específica, entre 8 e 11 anos, é a base para uma adolescência mais tranquila, com menos problemas de relacionamento com a família.
É preciso ter paciência e escutar, mas também é preciso firmeza nos momentos de colocar limites. Quando falamos “não” para o filho, temos que sustentar e não voltar atrás. Nessa idade, as crianças nos desafiam e costumam resistir na hora de cumprir regras e combinados. Por isso, é fundamental não voltar atrás, depois de ter colocado um limite.
 
Para ajudar nesse momento, existem algumas dicas que você pode colocar em prática a partir de agora.
 
1- Conversas “olho no olho” – Tenha boas conversas com ele,  “olho no olho”. Procure saber sobre seus sentimentos, sem minimizá-los, pois na pré-adolescência tudo parece ser enorme. As crianças nessa idade precisam de atenção.
 
Durante essa conversa, fale qual o comportamento  que você espera dele. Por exemplo: “eu espero que você me responda da mesma maneira que eu te perguntei, com calma e gentileza”. Isso é importante para que a criança saiba o que esperamos dela.
 
2- Rotina – Dê uma olhada na rotina do seu filho. As crianças precisam que as atividades diárias sejam sempre no mesmo horário e na mesma sequência. Elas se sentem seguras e, consequentemente, mais tranquilas. Por isso converse com seu filho sobre as tarefas do dia a dia, por exemplo, a hora da Lição de Casa, a hora de ver TV, a hora do banho, etc… Proponha mudanças, se você achar necessário, e pegunte para seu filho se ele tem alguma sugestão. Depois faça uma lista do que ficou combinado, escreva em um papel (seu filho poderá escrever) e coloque em um local onde todos possam ver.
 
Retome a conversa sempre que você achar necessário e faça cobranças sobre o que ficou combinado. Lembre seu filho que ele participou dos combinados, deu sugestões e concordou. Isso faz com que a criança se sinta responsável.
 
Lembrando que:
- as regras não têm negociação (hora do banho, das refeições, fazer a Lição de Casa, ir para a escola, etc);
- os combinados têm negociação (o horário da lição de casa, a hora do banho, onde será o passeio no fim de semana, etc…).
 
3- Escola –  É muito importante saber como está o comportamento dele na escola e qual a percepção das professoras. A parceria entre escola e família deixa as crianças mais seguras.
 
4- Elogios – Elogie as qualidades do seu filho, sem exageros, porque as crianças percebem quando estamos querendo agradar demais. Procure valorizar suas qualidades, isso ajuda a elevar a autoestima e autoconfiança deles.
 
5- Passeios – Uma boa ideia é convidá-lo para passear e ouvir as sugestões dele: ir ao cinema, fazer compras, um passeio…
 
6- Atitudes positivas – Ter atitudes positivas, mesmo diante dos erros, poderá fazê-lo se sentir mais autoconfiante. Você poderá dizer, por exemplo, “eu sei que você está bravo, mas não é assim que se resolve essa situação. Como eu posso te ajudar a resolver isso?”.
 
Entender essa fase é importante para ajudar a criança a vencer essa fase com mais tranquilidade.
 
Seu filho conta com você!
 


Postado em 05/05/2017


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