Vida digital: pais devem ficar atentos!
Aplicativo perigoso para crianças volta a preocupar as famílias
 
Nas últimas semanas os grupos de conversas do whatsapp de mães, pais e professores passaram a receber alertas sobre o aplicativo SimSimi, que viralizou entre o público infantil. Trata-se de um app de respostas automáticas que usa a inteligência artificial para dialogar com seus usuários. Apesar da aparência inofensiva, ele traz riscos e se tornou centro de uma grande polêmica. Existe a suspeita de que o aplicativo envia mensagens de comportamento agressivo, com teor sexual, prática de bullying e até ameaças de morte durante o bate-papo com as crianças.  
 
Criado em 2002, e aprimorado nos últimos anos, o SimSimi é de origem coreana e já tinha sido alvo de polêmica no Brasil em 2015. Agora, com a força da internet e das redes sociais, o assunto se propagou. Com aparência meiga e carismática, utilizando o símbolo de um monstrinho amarelo, ele acaba atraindo os pequenos, apesar da classificação indicativa ser para maiores de 16 anos.
 
As respostas do personagem são imediatas e construídas com base no contexto do diálogo criado pelo usuário e utilizando vocabulário armazenado na nuvem após interação. Resumindo: quando um jovem de 18 anos entra no aplicativo e induz conversas com palavras agressivas e de baixo calão ele está contribuindo para que o banco de dados do Simsimi, o “depósito de palavras salvas na nuvem”, armazene essas respostas e comece a utilizá-las com outros usuários, inclusive os menores de idade. O aplicativo tem a opção de sugestão de resultados, um dos meios que possibilita reportar as respostas agressivas e fazer com que elas sejam excluídas do software. 
 
Com o significativo e negativo impacto social, no último dia 20 o programa que era disponível nas versões para android, iphone e web, foi removido das lojas brasileiras oficiais de aplicativos do Google, da Apple e está indisponível na versão web. Porém, o programa continua funcionando em aparelhos em que o download já havia sido realizado.
 
“A parceria entre a escola e a família sempre foi necessária mas, em tempos de internet e redes sociais, torna-se ainda mais urgente. Precisamos alinhar o discurso e impor limites, pelo bem das nossas crianças”, diz a diretora de comunicação do Colégio, Camila Micheletti.
 
Entenda aqui como os aplicativos são tirados do ar pelo Google Play Store e App Store.
 
Mas como impedir que crianças e adolescentes entrem em contato com aplicativos potencialmente perigosos? Diferentemente das gerações passadas, a chamada geração Z não conheceu o mundo sem a internet e cada vez mais cedo domina os dispositivos eletrônicos. É importante pontuar que, ao mesmo tempo que a internet proporciona experiências incríveis, tais como, facilitar o acesso à informação, comunicação, leitura e jogos online, há também inúmeros riscos, com os quais é preciso cautela e atenção. Instalar programas e games próprios para a idade, baixar aplicativos inteligentes e configurar perfil nas redes sociais são algumas soluções criativas para que as crianças explorem as novas tecnologias de forma mais segura e aprendam a tirar o melhor proveito.
 
Para o professor de robótica e games do Colégio Notre Dame, Luis Fernando Bueno Mauá, é importante o entendimento de que, se por um lado o compartilhamento de conteúdo e informações na internet é feito de forma rápida e fácil, por outro, para que ocorra a remoção do conteúdo posteriormente, é moroso, custoso e extremamente difícil. 
 
“Continuam valendo os tradicionais e conhecidos conselhos “não diga nada online que você não diria pessoalmente ou publicamente”, “não se deve falar ou aceitar ofertas de estranhos”. Afinal, no ambiente virtual não sabemos as reais intenções de quem está por trás dos computadores”, explica Mauá, formado em engenharia da computação.
 
Ele ressalta ainda que, é muito importante que os pais verifiquem sempre a classificação etária dos games e aplicativos, pois em um jogo a criança é protagonista da ação, diferentemente de um filme que assiste de forma passiva.
 
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Postado em 22/05/2018


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