5 lições que o filme “O Começo da Vida” nos ensina

“Quando você dá atenção ao começo da história, ela pode mudar por inteiro”. É esta ideia que inspira o documentário O Começo da Vida, que aborda a importância da primeira infância e dos relacionamentos que acontecem nessa fase para o desenvolvimento do ser humano.

1. Bebês não são uma tábula rasa

“Os cérebros dos bebês são ‘máquinas incríveis de aprendizagem’. Antes, pensavam que eles nasciam como ‘tábulas rasas’, mas hoje descobriram que os bebês já nascem sabendo de muitas coisas que estão ao seu redor. Começam a aprender desde o momento em que estão no útero materno”, revela a psicóloga Alisson Gopnik.

2. Investir na primeira infância é formar adultos bem-sucedidos

Um levantamento sobre o aumento das matrículas de pré-escolares em 73 países concluiu que cada dólar empregado na primeira infância representa um aumento de 6 a 17 dólares nos salários no futuro – o que pode contribuir para um mundo mais igualitário. “Quanto mais se investe financeiramente na educação das crianças, o retorno volta no futuro. É tornar o cidadão mais produtivo e com isso há a redução da desigualdade social”, observa o economista americano James Heckman.

3. O pai é importante, sim!

É natural que a criança tenha, desde o nascimento, um vínculo maior com a mãe. É ela quem carrega o bebê na barriga durante nove meses, quem oferece o primeiro alimento e, muitas vezes, quem passa mais tempo cuidando do pequeno. Mas isso não significa que a figura paterna é dispensável – muito pelo contrário! O pai representa para a criança a ideia de que existe um mundo além da mamãe. E mais: contar com a presença dele é importante até para que a amamentação aconteça de forma tranquila e saudável.

4. Brincar é aprender

As brincadeiras devem fazer parte da agenda das crianças tanto quanto atividades como escovar os dentes, ir à escola e dormir. E não pense que é preciso brinquedos tecnológicos ou com muitas funções educativas – dar tempo livre para os pequenos criarem coisas novas e soltarem a imaginação é suficiente. “O ambiente da criança tem que ser o ambiente dos pais. Muitas vezes eles se preocupam em criar para ela um quarto cheio de brinquedos pedagógicos e, na verdade, a experiência mais rica é brincar com as panelas da casa, associar objetos diferentes em brincadeiras”, observa a psicanalista Vera Iaconelli.

5. Todos são responsáveis pelo desenvolvimento das crianças

Não são apenas os pais que devem carregar a função e os desafios de formar um ser humano. Parentes, instituições e governos também têm o dever de proporcionar condições para que não só os pequenos mas seus cuidadores possam se desenvolver. Para se ter uma ideia, em países de média e baixa renda, estima-se que 200 milhões de crianças menores de 5 anos de idade não recebem os elementos necessários para o seu crescimento pleno. Com isso, elas perdem a oportunidade de alcançar o seu potencial e se tornar, assim, adultos capazes de lutar por avanços.

Fonte: Bebe.com.br 


Postado em 15/06/2018


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