Os efeitos da comunicação não violenta
 
Um dos principais problemas de nossa sociedade – que se replica dentro das escolas – é a falta de comunicação ou a maneira não muito bem-sucedida de se comunicar. E como alternativa, o conceito de Comunicação Não Violenta aparece para nos alertar sobre os entraves ao diálogo e incentivar uma comunicação mais harmônica e verdadeira para criarmos uma cultura de empatia e respeito.
 
Nas redes sociais, com a facilidade de emitirmos opinião a qualquer momento, inclusive anonimamente, os deslizes acabam ficando ainda mais evidentes, com ofensas gratuitas a incapacidade de dosar o teor do conteúdo transmitido. Em tempos de grandes eventos – como eleição, final de campeonato e até no último capítulo da novela – essa falta de tato se potencializa, e muitos aparecem para se revoltar com o rumo das coisas, ignorando a perspectiva do outro.
 
De acordo com o CNV – Center for Nonviolent Communication – a comunicação não violenta:
  • é baseada nos princípios da não-violência – o estado natural de compaixão quando a não-violência está presente no coração.
  • começa por assumir que somos todos compassivos por natureza e que estratégias violentas – verbais ou físicas – são aprendidas, ensinadas e apoiadas pela cultura dominante.
  • assume que todos compartilham o mesmo – necessidades humanas básicas, e que cada uma de nossas ações é uma estratégia para atender a uma ou mais dessas necessidades.
“Acredito que esse possa ser um caminho muito interessante para auxiliar os educadores a solucionarem conflitos dentro da sala de aula e da escola” propõe o jornalista Caio Dib, autor do livro “Caindo no Brasil”. E, de fato, todos temos a habilidade de unir respeito e compaixão em nossa comunicação para beneficiar tanto breves diálogos como longos relacionamentos. Conheça mais sobre a Comunicação Não Violenta em http://www.cnvc.org.
 


Postado em 23/08/2018


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