Enem: atualidades mundiais que você precisa estudar para a prova
Políticas do governo Trump e da Coreia do Norte
estão entre os temas essenciais nos estudos para o exame
 
POR JULIANA PASSOS, COM EDIÇÃO DE ISABELA MOREIRA
 
Acompanhar o noticiário do que acontece no Brasil e no mundo é essencial para os candidatos do Enem. O ano de 2018 foi bem movimentado nas manchetes: no âmbito internacional, questões envolvendo imigração, uso de armas nucleares e aproximação de nações têm se destacado.
 
Com a ajuda dos professores Augusto Silva, da área de humanas do Curso Anglo, Igor Vieira e Thiago Braga, do Curso e Colégio PH, e Mateus Godoi, do Sistema Poliedro, separamos um resumo dos principais tópicos que podem ser lembrados na prova deste ano.
 
Leia abaixo:
 
Estados Unidos
 
- Relações com a Coreia do Norte
Em junho de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, trocaram a rivalidade por um aperto de mão em encontro ocorrido em junho, em Singapura. A Coreia do Norte, no entanto, continua dando indícios de seu poder bélico: especula-se que tenham armas e bombas o suficiente para causar um estrago considerável em seus vizinhos Japão e Coreia do Sul.
 
- Conflitos com outros países
Desde que assumiu a presidência dos Estados Unidos, Trump retirou o país do Acordo de Paris, que fixa metas propostas pelas nações para redução de emissões de gases que agravam mudanças climáticas, do bloco econômico do Transpacífico, formado por países asiáticos, e encerrou as negociações sobre o acordo nuclear com o Irã. Esta manobra também afeta países europeus dispostos a fazer negócios com o Irã, já que podem se sentir coagidos a não fazê-lo diante de uma possível reprovação dos EUA.
 
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente da França, Emmanuel Macron, afirmaram que não é mais possível confiar nos Estados Unidos. O presidente do Irã, Hassan Rohani, pediu que as potências europeias intercedessem para uma retomada das negociações, já a China tem brigado bastante com a nação norte-americana pelo crescimento de barreiras alfandegárias e veto frequente em negociações na Organização Mundial do Comércio.
 
Rússia
A Copa do Mundo de 2018 fez com que o mundo prestasse atenção nos acontecimentos recentes do país. A reeleição de Vladimir Putin para o seu quinto mandato consecutivo acendeu o alerta para a fragilidade da democracia no país: ele completa 20 anos no poder e terá mais cinco para governar.
 
A dependência do gás russo para a produção das grandes potências europeias é um dos motivos para não se considerar o país da revolução soviética como uma potência de segundo escalão, ainda que as vendas deste gás sejam fundamentais para sua manutenção econômica. Também podem ser lembrados a recente anexação da Criméia, com aval de  plebiscito na região, e o perfil bastante hostil à população LGBTQI, evidenciado no período do campeonato.
 
Crise da Venezuela
A queda do preço de petróleo e a morte de Hugo Chavéz provocaram a crise política e econômica e um êxodo de quatro milhões de pessoas. Longe de ser o principal destino, o Brasil recebeu cerca de 50 mil venezuelanos entre 2015 e 2017 e atos de xenofobia, em alta na Europa, começaram a aparecer por aqui.
 
Fonte: Galileu - Publicado em 18/10/2018 


Postado em 22/10/2018


Notre Dame
+ Notícias

atendimento
CENTRAL DE ATENDIMENTO
(13) 3579 1212
Unidade I - Av. Pres. Wilson, 278/288 - Itararé
Unidade II - Rua Pero Corrêa, 526 - Itararé
Unidade III - Cel. Pinto Novaes, 34 - Itararé