Mais do que aprender idioma, intercâmbio promove cultura, autoconhecimento e amplia as oportunidades
Encontro foi realizado com os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio
 
 
Quando se fala em intercâmbio, muitas pessoas logo imaginam que é uma grande oportunidade de aprender novas línguas. E de fato é! Mas esse não é o único benefício de se passar um tempo no exterior durante a juventude. Desde conhecer novas culturas até se tornar independente, os intercâmbios, sejam eles no período de férias ou mais longos, como os com duração de um ano, são bons investimentos no futuro dos mais novos.
 
Muitas empresas oferecem programas diferenciados de intercâmbio justamente com o objetivo de ampliar essa experiência. É o caso do Rotary, organização que há mais de 110 anos presta serviços à comunidade. “Nossa proposta vai além só do aprendizado da língua. Focamos na troca de conhecimento e cultura para que os jovens possam se desenvolver e oferecemos um plano de custo acessível com um processo conduzido de maneira diferenciada desde o início”, comenta Haroldo de Oliveira Souza Filho, Diretor de Serviços às novas gerações do Rotary.
 
Haroldo ministrou uma palestra no Colégio Notre Dame, um dos mais tradicionais da Baixada Santista, na última quarta-feira (29). A iniciativa faz parte de um projeto que tem como benefícios desenvolver habilidades de liderança nos jovens, proporcionar o conhecimento de novas culturas e idiomas, promover a amizade entre pessoas de diferentes países e fazer com que os estudantes se tornem cidadãos globais.
 
Durante o encontro com os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio, muitos alunos puderam entender melhor a importância dessa vivência e, inclusive, se sentirem mais seguros com a possibilidade de viajar para um país desconhecido.
 
Foi o caso da jovem Isabella Donadio Blanco. Apesar de ter saído da palestra ainda receosa, ela declarou ter acumulado informações que podem ajudar a sanar dúvidas dos colegas: “Eu não faria intercâmbio, porque tenho medo. Mas poder ouvir mais sobre as experiências de quem já viveu esse momento, em uma conversa muito explicativa e comunicativa, me passou mais segurança para que eu possa falar com meus amigos que têm interesse em viajar”, explicou.
 
O receio do desconhecido e de ficar tão longe – por tanto tempo – da família é perfeitamente normal e é preciso que escola e família trabalhem juntos para que esses jovens recebam as informações necessárias. Claro que o intercâmbio não é algo obrigatório, e custa dinheiro, mas é uma experiência de vida transformadora e que muitas vezes pode ser desperdiçada por medos infundados.
 
“Propagar a informação é o melhor método de apresentar para os alunos todo o leque de oportunidades de crescimento que eles podem ter à disposição. Quando somos jovens, temos muito mais ânimo e coragem para enfrentar desafios e é a hora certa de sair da nossa zona de conforto. Foi por isso que decidimos incluir essa palestra na nossa grade. É preciso que os adolescentes cheguem em casa e conversem com os pais, contem o que aprenderam e abram um espaço para planos e sonhos futuros”, comenta Camila Micheletti, Diretora de Comunicação do Colégio Notre Dame.
 
Para quem já conviveu de perto com o intercâmbio, fica mais fácil de ter vontade de ‘mergulhar de cabeça’. Maria Eduarda Pires, também aluna do colégio, é um exemplo disso. Seguindo os passos da irmã, que já fez intercâmbio na Dinamarca, ela pretende se aventurar em outros países e continentes. “A palestra foi muito informativa e o jeito que ele explicou ajudou a entender melhor. Minha irmã já fez intercâmbio e foi tudo super tranquilo. Eu, com certeza, tenho vontade de fazer”, contou.
 
As questões mais frequentes
 
“Quero fazer intercâmbio para conhecer outras culturas e países” foi a resposta da jovem Isabela Nardes sobre a palestra. Assim como ela, muitos jovens têm esse desejo, mas apenas a vontade de conhecer outras culturas não é o bastante - apesar de ser um começo.  Por mais que muitas empresas já ofereçam planos padrão de intercâmbio, uma série de coisas tem que ser pensada antes que a família “bata o martelo” e compre as passagens.
 
Algumas dicas:
 
- Não idealize um país. Primeiro trace um perfil de qual tipo de clima gosta mais (calor ou frio), qual verba você tem disponível, qual o objetivo profissional, qual idioma deseja estudar, se prefere cidades mais agitadas ou calmas. Com essas respostas em mãos, comece a fazer uma tabela de prós e contras de cada destino.
“Vontade tenho, mas no momento não tenho dinheiro”, disse Laryssa Alves, também aluna do Notre Dame. Para ela e todos que estão na mesma situção, aqui vai uma boa notícia: existem intercâmbios que cabem nos mais variados orçamentos. 
- Não se atenha aos destinos mais badalados. Estados Unidos e Canadá são os mais procurados por quem deseja aprender inglês, mas outras opções, como a Irlanda, podem proporcionar um aprendizado equivalente por um preço bem mais baixo.
- Não esqueça de contabilizar o custo de vida no local. Converse com o agente de viagem ou a empresa que está organizando o intercâmbio e tente fazer uma média de quanto dinheiro será necessário investir em alimentação, transporte do dia-a-dia, pequenas compras. Tudo isso pode acabar pesando mais do que se imagina e é importante estar preparado.
- Considere os intercâmbios mais curtos, como os de férias ou de três meses de duração. Eles podem ser mais baratos e oferecer experiências tão ricas quanto os de longa duração.
- Aguarde um pouco mais. O momento ideal de viajar varia de uma pessoa para a outra e às vezes a solução para a falta de dinheiro pode ser mais simples do que parece: basta aguardar um pouco mais para que a família possa se organizar melhor. Quando o momento de viajar chegar, é importante refazer todo o passo a passo acima, reavaliar opções e objetivos e só então começar a fazer as malas. 
 
Fonte: Assessoria de Imprensa do Colégio Notre Dame 


Postado em 04/06/2019


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