Da escola para a vida: Namoros de adolescência que ultrapassaram a formatura
Namoro na juventude é um passo natural antes da entrada na vida adulta
 
O Dia dos Namorados é comemorado no Brasil no dia 12 de junho e a escolha da data não foi à toa: ela é a véspera do dia de Santo Antônio, conhecido como “santo casamenteiro”. Mas, apesar da origem religiosa da comemoração, atualmente o Dia dos Namorados é lembrado por pessoas de todas as crenças e idades, uma oportunidade de celebrar o amor, o companheirismo e a união.
 
E alguns casais têm uma longa história de companheirismo. Que começou ainda na adolescência. Época de descobertas, emoções e muito amor. Quem nunca teve uma paixão na escola, não é mesmo? Mas, o que nem sempre acontece é esse namoro ultrapassar a formatura e se tornar um relacionamento para toda a vida.
 
A Karina, porém, é a prova de que muitos amores juvenis se transformam em relacionamentos longos, sérios e duradouros. Quando começou a estudar no Colégio Notre Dame, em 2002, a jovem, que na época estava no quinto ano, não imaginava que um dia conheceria Yuri, muito menos que se apaixonaria por ele. Mas, o destino foi certeiro para o casal. “A mãe do Yuri era minha professora de Língua Portuguesa e eu sempre gostei muito dela. Quando soube que ela tinha um filho, disse que queria namorar o filho dela. Mas eu nem imaginava conhecê-lo”, relembra Karina.
 
Mas, não é que Yuri entrou na escola em 2007, para cursar o 2º ano do Ensino Médio e era apenas um ano mais velho que Karina? Pois é, o cupido não brincou em serviço e os dois se conheceram em uma aula de educação física. “Ele tentou me ensinar a jogar vôlei, mas eu não tenho habilidade nenhuma”, diverte-se.
 
As aulas não funcionaram muito, Karina continua sem saber jogar vôlei, mas a conversa entre eles fluiu bem, se estendeu por outros dias, até que Yuri a pediu em namoro. Há 12 anos esse amor que começou a florescer nas quadras do Notre Dame segue firme.
 
Quem também tem um relacionamento desde a época de escola é o Nicholas. Ele e a companheira se conheceram no Show de Talentos do Notre Dame em 2014. “Nos falamos um pouco nessa época, nos encontramos algumas vezes depois que um amigo meu começou a namorar uma amiga dela, mas eu era muito tímido e nos afastamos um pouco”, conta Nicholas. Além da timidez do garoto, ele e Gabrielli estudavam em períodos diferentes – ela à tarde, ele de manhã.
Mas, quando o amor de verdade chega, não tem diferença de horário que seja o bastante para separar. O tempo foi passando, Gabrielli contou para um amigo em comum que gostava de Nicholas (e o amigo, claro, contou pra ele), e quando as férias chegaram o garoto decidiu vencer a timidez e puxar assunto com ela pelas redes sociais. “Nos falamos bastante nas férias, mas ainda não havíamos nos encontrado novamente. Até que as aulas começaram e ela estava no mesmo período que o meu, na sala ao lado”, diz Nicholas.
 
Os dois passaram então a conversar nos intervalos, até que Gabrielli um dia o convidou para sair. “Foi em um dia em que eu estava fantasiado de mendigo [risos]. Saímos e ficamos juntos desde então. No ano seguinte me formei e a acompanhava todos os dias até o colégio”, relembra.
 
Namoro na adolescência
 
O namoro na época da adolescência, como o caso dos dois casais acima, é um passo natural antes da entrada na vida adulta. Os jovens passam a descobrir novos sentimentos, a se interessar por outras pessoas e isso não deve ser repreendido pelos pais e responsáveis.
 
É preciso, no entanto, que exista um equilíbrio entre as atividades. O Ensino Médio é uma época repleta de responsabilidades, com trabalhos, provas, preparação para o vestibular. Por isso é preciso estar atento para que o novo relacionamento não “consuma” todo o tempo dos jovens.
 
Uma dica importante é que os pais conversem com os jovens sobre como esse namoro pode ajudar o casal a melhorar nos estudos. Afinal, são duas pessoas, mais os amigos de cada um, que podem se ajudar nas matérias em que têm mais dificuldade. Assim, eles passam mais tempo juntos e não saem prejudicados. Além disso, a adolescência é o momento ideal para passar valores sobre relacionamentos saudáveis, como o cuidado com o ciúme  excessivo, não se afastar dos amigos por conta do namoro, manter a individualidade e assim por diante.  
 
Por fim, abrir um diálogo sobre esse tema com os jovens pode ser uma oportunidade para construir uma relação de confiança com os filhos, que os acompanhará por toda a vida adulta. A base de todo relacionamento, seja amoroso ou não, é o diálogo. Ao investir em uma boa conversa, pais, filhos, namorados e amigos só têm a ganhar.
 
Fonte: Assessoria de Imprensa do Colégio Notre Dame 


Postado em 18/06/2019


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