Dicas para ajudar o seu filho a aprender e se desenvolver

Apesar de ser para as crianças, as dicas servem também para os pais

Independente da idade da criança é bom perceber que a educação é um processo e não um resultado imediato. Atente-se às dicas. Elas servem a qualquer idade, inclusive a nós, pais.
 
1. CONCEPÇÕES E AÇÕES: Primeiro passo é rever as suas concepções sobre a educação. Pois, tudo mudou: o mundo, a criança, a escola, o modo de ver o ensino, a aprendizagem, o desenvolvimento infantil. E, consciente ou inconscientemente, nossas concepções dizem de nossas ações. Assim, para ajudar um filho, é preciso começar por nós, pais. Reflita, analise-se e modifique o que for necessário.
 
2. PERCEPÇÕES: A maior parte do que sabemos sobre o mundo, as pessoas e nós mesmos não foi construída em nosso cérebro ao nascer, mas foi adquirida por meio da experiência. Somos quem somos porque aprendemos e lembramos. Assim, o modo como o seu filho percebe o mundo é diferente do modo de cada um, pois o percebe a partir do que tem construído dentro de si e não do modo como a realidade se apresenta a ele.
 
3. OPORTUNIDADE E MOTIVAÇÃO: Entre o que seu filho é e o que ele pode vir a ser, depende de uma biologia, mas também de uma cultura com tudo o que ela disponibiliza ao seu desenvolvimento. Mas a oportunidade não basta. É preciso que a criança interaja, atenta e intencionalmente, com o que lhe é ofertado para que possa ser apreendido e gere desenvolvimento. Assim, ensine-a a perceber o que está ao seu redor, a identificar na vida o que aprende na escola, a manter a curiosidade, a gostar de aprender. Mas, lembre-se: não se aprende pelo outro, mas aprendemos a fazer fazendo, e para isso é preciso ter um motivo-na-ação. O cérebro é exigente e descarta o que não interessa. Todavia, pode vir a interessar se for bem apresentado.
 
4. SIGNIFICAÇÃO: Só interessa o que de alguma forma nos faz sentido. Como fazer? Ajuda se a nova aprendizagem tiver um significado emocional e se estiver relacionada a alguma coisa que o seu filho já sabe. Por exemplo: ao estudar alguma guerra, que tal compará-la às “guerras” do condomínio? Ou estudar física num parque de diversão? Ou ver a tabuada nos azulejos do banheiro? Os acidentes geográficos numa viagem? Use e abuse de sua criatividade para dar sentido e motivá-lo a aprender.
 
5. RAZÃO E EMOÇÃO: Por anos separamos a razão da emoção. Hora de brincar e hora de estudar. Hoje sabemos que o cérebro para aprender envolve ambos os mecanismos. Inclusive, o sistema das emoções interfere fortemente no nível da consciência e estados de ânimo de quem aprende, e funciona de acordo com os estímulos e atenção que recebe. Um elogio fortalece as suas conexões e uma ameaça enfraquece. Assim, elogie o seu filho por cada conquista, e o desafie sempre a alcançar ainda mais. Desafios que não estejam nem aquém e nem além da sua capacidade para não desestimular.
 
Vamos lá. Faça diferente para fazer a diferença na vida do seu filho.
 
Fonte: Revista Pais & Filhos
Artigo escrito por Ligia Pacheco, mãe das adolescentes Gabriela e Camila, palestrante, assessora e coaching educacional, e autora do blog FILHOsofar.blogspot.com


Postado em 05/04/2013


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