Dez passos para a escolha da carreira certa no vestibular
O candidato deve analisar a si mesmo, o curso pretendido e o mercado de trabalho
 
Autoanálise: Pontos fortes 
Reflita sobre suas competências e habilidades – aquelas que se tornaram evidentes ao longo de sua vida, como a facilidade com números ou para a escrita. Elas são um bom indicador das carreiras nas quais você pode se sentir à vontade. Mas lembre-se: uma trajetória profissional raramente se constrói com base apenas em um talento nato. 
 
Autoanálise: Pontos fracos 
Reflita sobre as áreas de aprendizado que lhe trouxeram dificuldades e pergunte-se: seus problemas com os números ou com o desenho, por exemplo, são questão de talento ou de empenho? Habilidades podem ser desenvolvidas, se houver real interesse. 
 
Análise das carreiras: Método de eliminação
É importante informar-se sobre todos os cursos de ensino superior. É uma tarefa árdua. Mas, com os dados à mão, fica mais fácil identificar carreiras com as quais há afinidade e, principalmente, descartar outras com as quais não há identificação. 
 
Análise das carreiras: Foco nas favoritas
É hora de aprofundar-se na investigação das carreiras preferidas. Recorra a guias e feiras de profissões para saber: qual a formação oferecida pelos cursos, qual o campo de atuação dos profissionais das áreas e quais as melhores instituições de ensino. 
 
Análise das carreiras: Investigação de campo
Procure profissionais que já atuam nas áreas de seu interesse, munido de um questionário claro e objetivo que ajude a entender o dia a dia daquela atividade: aborde questões que não foram esclarecidas nos guias e feiras de profissões. 
 
Análise das carreiras: Disciplinas
Analisar a grade curricular dos cursos pretendidos também é importante: ela mostra como serão os próximos anos de estudo. Se o curso analisado inclui biologia ou matemática, e essas não são áreas de sua preferência, repense a escolha. 
 
Análise das carreiras: Carreira A vs. Carreira B
Devido à grande oferta de cursos, o candidato pode ficar dividido entre duas opções aparentemente semelhantes. Os especialistas alertam, contudo: não há carreiras idênticas. Por isso, analise de perto a grade curricular e o campo de atuação. 
 
Análise das carreiras: Hobby vs. Profissão
Encontrar prazer no trabalho é a situação ideal. Mas é importante não confundir hobby com profissão. Quem opta pela faculdade de educação física porque gosta de jogar futebol, por exemplo, pode se frustrar. Profissões são mais complexas que isso. 
 
Análise de mercado: Empregabilidade e salário
Analisar o mercado de trabalho é a parte final do processo. É vital conhecer a realidade – o que inclui salário – da carreira pretendida para evitar decepções. Essas informações não devem ser o único critério para a escolha, mas não podem ser ignoradas. 
 
Análise de mercado: Ciclos de mercado 
Costuma-se dizer que uma profissão está em alta ou em baixa. É importante lembrar que todas as carreiras obedecem ciclos: um mercado promissor hoje pode estar saturado em cinco anos. Utilizar esse critério como único para a escolha é um equívoco. 
 
Fontes: Silvio Bock, pedagogo e orientador vocacional. Maria Beatriz de Oliveira, psicóloga e coordenadora da Feira de Profissões da Unesp. Villela da Matta, presidente da Associação Brasileira de Coaching. Sullivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coaching. 
 
Fonte: Veja.com 


Postado em 30/10/2013


Notre Dame
+ Notícias

atendimento
CENTRAL DE ATENDIMENTO
(13) 3579 1212
Unidade I - Av. Pres. Wilson, 278/288 - Itararé
Unidade II - Rua Pero Corrêa, 526 - Itararé
Unidade III - Cel. Pinto Novaes, 34 - Itararé