Mãe ou profissional? Escolha os dois!

 

Cíntia Marcucci, Daniela Tófoli e Fernanda Carpegiani
 
Para saber o que sentem e desejam, CRESCER fez uma pesquisa pela internet com mais de 5 mil mães que trabalham, acompanhou a rotina de três famílias e entrevistou outras dezenas de mulheres, além de pais, especialistas, empresários e os ministros do Trabalho, Carlos Lupi; da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho; e a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. A discussão parece antiga, mas está mais do que viva no universo feminino
 
A apresentadora Angélica ficou apenas dois meses de licença-maternidade e, apesar de poder levar Joaquim para amamentar e de ser uma mãe que trabalha bem resolvida, ela confessa que se sentiu culpada. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, passou seis meses afastada do trabalho e quando deixou João Augusto no berçário pela primeira vez, desmoronou. “Passei por todos os dramas, chorei, me perguntei o que estava fazendo, enfim...” Foi difícil. Como foi para a estilista Fernanda Franken, que, após quatro meses de licença quando Davi nasceu, trabalhou quase um ano e decidiu que era hora de trocar de emprego. Pediu demissão da empresa e acabou montando, aos poucos e no seu tempo, sua própria confecção, em casa.
 
Se a grande maioria das mães que trabalha fora se sente culpada e queria mais tempo ao lado dos filhos, é na hora de deixar o bebê pela primeira vez e retornar ao emprego que essa culpa atinge seu ápice. OK, a gente sabia que esse momento chegaria – a pesquisa que CRESCER fez com 5.009 mulheres que são mães e profissionais revelou que 56% delas levaram em conta a carreira quando decidiram engravidar, mas mostrou também que 72% sentem culpa justamente por trabalhar fora. Afinal, por que a gente se sente assim?
 
Se formos simplificar bem, ficamos culpadas porque ainda temos como ideal o modelo antigo da maternidade, no qual a mulher cuidava da casa e dos filhos (e de si mesma) de maneira impecável e estava sempre muito perto da perfeição. Por querermos, hoje, atingir essa perfeição e ainda ter uma carreira de sucesso (afinal, se a Angelina Jolie dá conta...), nos sentimos sobrecarregadas, muitas vezes exaustas e, a cada dia, vamos acumulando funções. Claro que, ao tentar cumprir todos esses papéis, descobrimos que vivemos sem tempo e, infelizmente, não dá para esticá-lo.
 
Então, cansadas e culpadas, se alguém nos perguntar de imediato se querermos deixar de trabalhar, a resposta tende a ser sim! Mas, poucos minutos depois, a gente pensa melhor e descobre que talvez não seria feliz se não trabalhasse fora. Assim como não gostaríamos nem um pouco se nossos filhos acordassem de madrugada choramingando “papai, vem aqui...”, em vez de “mamãe”. É, somos geralmente mais rápidas, eficientes, organizadas, etc., etc., etc. (pesquisa da Universidade Tufts, nos EUA, mostrou que o comportamento maternal estimula a criação de novos neurônios em fêmeas de ovelhas e que o mesmo pode ocorrer em seres humanos!), mas também somos controladoras e gostamos desse “poder” que temos de sermos mães, profissionais e mulheres independentes. Ufa! Quanta coisa em um parágrafo, não é? Vamos por partes.
 
 
Até Fiona é supermãe
 
Na pesquisa da CRESCER, 43% das mulheres disseram se achar boas mães, mas afirmaram que poderiam ser ainda melhores. “Estou sempre devendo para todo mundo. Trabalho em São Paulo e moro no Rio e, para compensar, faço esquema de home office, mas é uma loucura”, conta Laura Rezende, mãe de Maria Beatriz, 8, e Ana Clara, 6, gerente sênior de recursos humanos. “Sinto que deveria estar mais tempo no trabalho, e também devia estar mais tempo em casa. Uma vez, minha mais velha disse: “Olha mãe, o que você mais gosta”, e desenhou um computador. Eu queria morrer!” A sensação de Laura não é à toa. “O que se exige da mulher é que ela seja mais, que ela some. Antes, se ela tivesse família estava ótimo. Agora, ela tem que estudar também e trabalhar, mas não em qualquer coisa, em algo que a realize, e nem sempre consegue”, diz Mirian Goldenberg, antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora do livro Toda Mulher É Meio Leila Diniz (Ed. Record). Isso sem contar que essa mulher ainda tem que estar sempre linda, precisa dar atenção ao marido e, em algum momento, quem sabe, achar tempo para ela mesma, para ler, para sair com as amigas..., o que acaba sendo a última prioridade, como você bem sabe.
 
Ao mesmo tempo, as mulheres, que se reinventam constantemente em todos os seus papéis, seguem considerando ideal a mesma mãe das gerações anteriores. “Pode ver nos contos de fadas e nos desenhos animados. A Fiona, do Shrek, é o único personagem do filme que não quebrou com o estereótipo e faz o mesmo tipo de mãe de Os Incríveis, da Wilma Flintstone”, explica Clotilde Perez, pesquisadora, professora da ECA-USP e da PUC-SP, que analisou os dados e entrevistas desta reportagem à convite da CRESCER. Ela também aponta que as mulheres de classe mais alta e maior escolaridade sentem mais culpa porque não trabalham por necessidade absoluta de sobrevivência. Por outro lado, são as mais novas ou as que têm renda menor que acabam mudando mais de emprego após os filhos.
 
Quando a possibilidade de mudança não existe, o jeito é conciliar os papéis. Foi-se o tempo que era preciso deixar os problemas pessoais na rua ao entrar no escritório e vice-versa. Até porque, em época de smartphones e tablets, se a gente não colocar um limite, vai se pegar brincando de corre-cotia e checando e-mail no celular... Na pesquisa da CRESCER, 30% das mães dizem levar trabalho para casa. A solução é, como sempre, o equilíbrio. “Essa postura (de separar vida pessoal da profissional) é herança de décadas atrás, quando as mulheres entraram no mercado de trabalho e tinham medo de parecer mais preocupadas em cuidar dos filhos do que em trabalhar. Isso não é realista nem necessário. Por sorte, as mulheres são capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo”, disse, em entrevista já publicada na CRESCER, a escritora Michelle Slatalla, 48 anos, que assina a coluna Mothers Manners (Modo de Mãe) na revista Real Simple e tem três filhos.
 
A jornalista Juliana Cookie sabe bem do que Michelle fala. Mãe de José, 3, e Pedro, 1, ela trabalha o dia todo fora de casa e monitora tudo o que os meninos fazem por um rádio. “Sei que horas dormem, o que comem, quando José vai ao banheiro, se Pedro está chorando... Mesmo no escritório, não desligo. A gente tem que se virar, só não pode ficar neurótica.” É claro que de vez em quando ela se sente sem forças. “Fico cansada, exausta. Tem dias que tenho vontade de ficar no carro e não entrar em casa, dar uma cochilada ali mesmo. Mas respiro fundo e vou em frente, sei que essa é uma fase de doação. Eles vão crescer e a loucura vai diminuir. Tenho certeza que vou olhar para trás e pensar que valeu a pena. Do que depender de mim, farei tudo para que cresçam felizes.”
 
Tira, põe, deixa ficar...
 
Quem nunca se sentiu como Juliana? Por isso é natural que, ao serem questionadas se parariam de trabalhar caso pudessem abrir mão do trabalho, 62% das mulheres ouvidas pela CRESCER tenham respondido que sim. Você mesma, confesse, daria essa resposta dependendo do dia em que participasse da pesquisa, por mais que adore o seu trabalho. Quer ver? Imagine a situação: você é mãe de um menino de 2 anos (que fica na escola quase o dia todo porque não tem babá) e seu marido está viajando a trabalho. Seu filho passou a madrugada toda tossindo e acordando de hora em hora, ou seja, você quase não pregou o olho. Então, chega a hora de se levantar, arrumar a casa, prepará-lo para a escola e quando você chega na garagem para levá-lo, com um tanto de dó porque a tosse pode ser o começo de um resfriado, o vizinho que divide a vaga esquece de deixar a chave do carro. Dez minutos até ele descer e manobrar. E agora você já está atrasada.
 
Filho na escola, hora de trabalhar. Seu almoço acontece na frente da manicure (ou a gente come ou faz a unha? Tem coisa que dá para fazer ao mesmo tempo, oba!) e, em seguida, uma importante reunião sobre o trabalho do mês começa. O papo é longo e, quando você vê, já é hora de sair correndo para buscar seu filho antes que a escola feche, mas com uma certa angústia por ter que deixar o trabalho assim, meio que pela metade, não é? Claro que sua chefe entende que precisa sair, claro que você vai recuperar a conversa com a equipe no dia seguinte, claro que não vai ter problema algum, mas você gosta do que faz e às vezes queria ser duas... Então, basta abraçar seu filho e ganhar um beijo melado para esquecer o cansaço.
 
Você chega em casa e ele já está de pijama quando descobre que o leite acabou! Ai, que tipo de mãe eu sou?, se pergunta. Ao telefonar para o mercadinho que a socorre quando precisa de alguma entrega, descobre que ele já está fechado. E lá vão vocês colocar roupa e sair de novo, parece até que estão brincando de escravos de Jó... Naquele momento, já quase sem energia, se alguém perguntasse se você queria parar de trabalhar, diria sem pensar: SIM! Mas, em cerca de uma hora, você está em casa, seu filho dorme e, em vez de descansar, você checa o e-mail para ver se algo urgente aconteceu na empresa. Quem é que queria deixar o trabalho aí? Você? Tem certeza?
 
É, por tudo isso que você leu até aqui, que para resolver a equação mãe-que-trabalha-fora-culpada-e-exausta-em-busca-da-perfeição precisamos:
 
1) Aceitar que não dá para sermos perfeitas: Sentir-se em dívida com os filhos é compreensível, afinal queremos sempre mais e melhor para eles, mas não deixamos de ter nossas necessidades – e vontades. “Mesmo as melhores mães do mundo têm momentos ruins. Talvez uma mãe que tenha apenas um filho, que não dê trabalho algum, não se sinta assim, mas não acontece com muita frequência. Porque nem sempre a mãe vai querer o que o bebê quer. E não há uma criança que nunca teve um dia ruim e jogou comida no chão”, afirmou a psiquiatra e psicanalista norte-americana Barbara Almond, autora do livro The Monster Within: The Hidden Side of Motherhood (O Monstro Interior: O Lado Oculto da Maternidade, em tradução livre), em entrevista já publicada na CRESCER. O problema é quando não conseguimos aceitar nossas limitações. Uma nova pesquisa da Universidade de Washington (USA) mostrou que mães que trabalham e acreditam que casa e trabalho podem ser perfeitamente balanceados correm mais risco de ter depressão do que suas colegas mais realistas que aceitam que não podem fazer tudo. Viu? Mais um motivo para tentar aceitar que somos apenas uma.
 
2) Entender, definitivamente, que é preciso fazer escolhas: assim que você compreender que dá, sim, para ser uma excelente mãe sem ser perfeita, vai perceber que escolher até pode ser um pouco sofrido, mas é mais que necessário. Quer ver? Se você quer dar uma alimentação balanceada ao seu bebê e a cozinha não é o seu forte, que mal tem em comprar papinha caseira orgânica de vez em quando? O tempo que você ia gastar se irritando na frente do fogão pode ser usado para se esparramar com ele no tapete da sala e brincar, contar história, cantar... Em um primeiro momento, você pode até ficar com aquela culpa por não fazer a comida dele, mas logo vai descobrir que o tempo que ficaram juntos brincando foi tão importante quanto.
 
3) Ser flexíveis: ainda estamos longe da tão sonhada flexibilidade no trabalho, mas podemos tentar ter certo jogo de cintura com as nossas rotinas. Das mães que responderam à pesquisa da CRESCER, 63% disseram que o trabalho ideal seria meio período no escritório e meio em casa, e 68% abririam mão de parte do salário para reduzir jornada. Se nenhuma das possibilidades é viável para você, o jeito é montar um esquema que não torne seu dia a dia impossível. Vale lembrar também que, quando você se mostra uma profissional competente (o que não quer dizer ficar horas na empresa), fica mais fácil conseguir um acordo com o chefe.
 
4) Saber pedir ajuda: seja contratar uma babá, um motorista, uma cozinheira; pedir uma mãozinha para a mãe, para a sogra, para a melhor amiga, ou até tirar o máximo de proveito que a tecnologia nos oferece (leia mais neste especial), vale-tudo na hora de tornar a vida menos estressante. E isso não é sinal de fracasso. O que você precisa saber é que, embora a responsabilidade de criar os filhos seja dos pais, a sociedade também precisa se empenhar para ser mais “amiga da família” por um motivo, no mínimo, prático ou matemático: toda comunidade precisa que os adultos tenham filhos para ter força de trabalho e, assim, gerar dinheiro para pagar suas contas. No Brasil, pela primeira vez, a taxa de filhos por mulher é menor que 2 (o último dado do IBGE aponta 1,9), ou seja, insuficiente para substituir a população em mesmo número na próxima geração, porque é preciso levar em conta que ela precisaria deixar dois descendentes (um para a mulher e outro para o homem). Na pesquisa da CRESCER, 70% têm apenas um filho. Por isso que gravidez, maternidade e infância são temas de interesse público e de todas as esferas (do governo à empresa onde você trabalha) que deve vir a cooperação necessária para facilitar a vida das profissionais que são mães.
 
Não se esqueça, porém, de fazer a sua parte e de parar de ser tão exigente com você mesma. A jornalista e escritora norte-americana Katherine Ellison, autora do livro Inteligência de Mãe (Ed. Planeta), resumiu bem toda essa nossa conversa aqui: “Dá para ser uma mãe boa o suficiente, talvez não uma como a gente imagina que deva ser. Meu irmão uma vez me disse que eu não ia ser uma jornalista tão boa quanto eu gostaria nem uma mãe tão boa quanto eu gostaria, mas que eu seria as duas coisas. Eu escolhi ser os dois”. E você, qual a sua escolha?
 
4 perguntas para Clotilde Perez*
 
A pesquisadora, mãe de Pedro, 6 anos, e de Mel, 5, analisou todo o conteúdo da pesquisa feita pela Crescer
 
Você é também uma mãe que trabalha fora. Ao realizar esse trabalho de análise e pesquisa, como se sentiu?
Me envolvi muito, foi um grande desafio separar o papel de pesquisadora e personagem. Também porque antes de mãe que trabalha, a pesquisa fala da mulher e isso é muito envolvente. Lutamos “contra” 2 mil anos de reclusão! O espaço da casa era da mulher e romper com isso não é tarefa fácil. A questão da culpa, por exemplo, central na pesquisa, é absolutamente natural. A mulher sempre foi levada a se preocupar com o outro, a ser cuidadora, e o auge disso é com os filhos.
 
Você parou para pensar sobre a sua relação com a maternidade e a carreira?
Essa tensão é constante, não para nunca. Como tenho uma rotina muito pesada de trabalho, vivo cotidianamente a minha ausência como “mãe”, frente aos parâmetros clássicos do que era a mãe no passado. Já me culpei muito, mas não tenho qualquer ilusão de que a presença contínua “mãe-filho” é boa. Tenho vários exemplos de mães que não trabalham fora e que têm relações horrorosas com seus filhos. O que constrói vínculo é felicidade, harmonia, respeito, não é presença contínua...
 
Quais são as tendências que você consegue observar no comportamento da sociedade brasileira em relação a esse tema (Mães e Trabalho)?
A mulher está um pouco mais consciente, o homem mais participativo, o que diminui a tensão entre os papéis, além de uma diminuição da culpa da mulher. Outra questão que vejo como muito importante em termos futuros é a questão da tecnologia. Ela já é uma grande aliada das mães que trabalham hoje e vai crescer muito em importância. Celular, Skype, SMS e Google auxiliam tanto na possibilidade de atualização constante (durante a licença, por exemplo), quanto para “presentificar a ausência”. Ela pode ver seus filhos pela internet, acompanhar a lição, mandar e receber fotos (no celular, a todo o momento).
 
O que considera mais urgente de ser pensado, discutido e mudado?
O Estado tem de olhar para as mulheres, principalmente as de baixa renda, para construir as políticas certas (leia reportagem neste especial) . Entender suas necessidades, muitas vezes não é creche, é um horário ampliado, uma cuidadora, um espaço para amamentar, um horário flexível, uma negociação de horas com o empregador (a lei tem de prever isso)... Outra questão, e aqui penso que a mídia pode ajudar muito, é auxiliar a mulher nas suas reflexões, ampliar a consciência para atenuar a culpa. Ajudar a mulher a se desamarrar do passado (são alguns mil anos), fazer com que ela entenda que sem “deixar” algumas coisas não conseguirá ter equilíbrio, vai sempre ser devedora.
 
*Clotilde Perez é livre-docente em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, com pós-doutorado em Comunicação pela Universidad de Murcia, na Espanha, e em Antropologia Visual pela Universidade Aberta, em Portugal. É professora da USP e da PUC-SP e coordenadora do Laboratório de Tendência Ipsos.
 
4 perguntas para Denise Fraga
 
Atriz e colunista da Crescer, trabalha desde os 20 anos e é mãe de Nino, 14, e de Pedro, 12
 
Como você imaginava filhos e trabalho antes de engravidar?
Sou de uma família em que várias mulheres trabalham. Para você ter uma ideia, eu ficava com a minha bisavó, porque minha avó tinha uma loja. Minha mãe era professora, pedagoga e depois dirigia uma escola.
 
Em que momento da carreira você estava quando engravidou pela primeira vez?
Foi quando a gente adiou as filmagens do primeiro longa que o Luiz, meu marido, ia dirigir e eu ia fazer. Tivemos o bebê e começamos a filmar quando ele tinha 3 meses e meio. Eu levava o Nino para o set e amamentava durante as filmagens. No meio da manhã ele comia uma fruta – era uma orientação pediátrica, não por causa do trabalho... Olha a mãe culpada aqui. Eu não neguei peito pro meu filho! (risos).
 
Você sabe se sua mãe e avó se sentiam culpadas?
A gente faz parte de uma geração de pais deslumbrados com a paternidade. Para minha mãe e minha avó, os filhos eram uma consequência. Na nossa geração, se escolhe ter filho ou não. E quando a gente tem, geralmente mais velha, parece que chegou o “enviado”, “o cordeiro de Deus” (risos). A gente sublima a maternidade.
 
E dá para equalizar trabalho e maternidade?
Os tempos são esses: muitas trabalham por necessidade, mas a mulher hoje trabalha. A que não trabalha perde o trem, perde o respeito do parceiro. E esses maridos não são mais maridos que respeitam a dona de casa. É um padrão social. O trabalho é o que a mantém independente do ciclo familiar.
 
Fonte: Revista Crescer 


Postado em 08/05/2012


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